[...] dialética essencial do atlas: prática materialista, na medida em que dá às coisas reunidas a sua soberania e singularidade; ao mesmo tempo que é uma atividade psíquica, pois estes elementos reunidos são instrumentos para a associação, a anamnese, a memória, a magia de um jogo muito ligado à infância e à imaginação. 

Georges Didi-Huberman, Atlas ou a Gaia Ciência Inquieta
[DIDI-HUBERMAN, 2013, p.70]