Não será difícil, parafraseando as formulas de Ernst Bloch em Héritage de ce temps [Herança deste Tempo] considerar a forma atlas - a par da montagem da qual provém - como o tesouro de imagens e de pensamentos que nos resta da “coerência desmoronada” do mundo moderno.

Georges Didi-Huberman, Atlas ou a Gaia Ciência Inquieta
[DIDI-HUBERMAN, 2013, p.70]